quinta-feira, 8 de abril de 2010

Doença cerebrovascular

AIT- até 24h, aparece na Tomografia RIND –até 72h

*Em AIT:
Risco de AVC após AIT é maior até 6 meses após o evento. A amaurose é ipsilateral
Mulheres evoluem menos com AVC
O AIT prenuncia um AVC em 1/3 dos casos.

*Na Displasia Fibromuscular assintomática o tratamento é clinco.

*Tratamento clínico da doença cérebro vascular:
AAS, dipiridamol (fosfodiesterase), ticlopidina (via do ADP), abxicimab glicoproteina IIb/IIIa), clopidogrel (fase final do ADP) , triflusal (inibe COX), Trapidil (receptor FCDP), fibrinolítico e doença de base.


*Endarterectomia:
Nervo mais lesado – alça do Hipoglosso – não tem repercussão.
Laringeo superior – perde o timbre alto da voz
Laringeo inferior – rouquidão
Glossofaringeo – alterações gustativas dos 2/3 posteriores.
O Vago é o mais fácil de ser lesado
Complicações tardias- reestenoses, aneurismas e pseudo-aneurisma.
Principal complicação – IAM
Manipulação do seio carotídeo – bradicardia e hipotensão.
Anestesia geral vantagens – menor metabolismo cerebral, aumento do débito sanguíneo carotídeo , melhor ventilação e oxigenação e mais confortável.
Remendo indicado em – em mulheres e carótida com menos de 5mm de diâmetro, o melhor é dacron fino.
Indicação de shunt – pressão <40mmHg.
Local mais comum de lesão carotídea – bulbo

Quando carótida interna ocluída é nicho de embolia causando amaurose fugaz é indicado operar.

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